Por um design mais humanitário

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É cada vez mais forte a onda de preocupação com o futuro do planeta. Constantemente as pessoas falam em sustentabilidade, medidas mais saudáveis e atitudes mais racionais.

Mas isso não  se restringe a preservar florestas, economizar recursos naturais ou reciclar parte do nosso lixo. Significa descobrir novos caminhos, propor alternativas  ao desenvolvimento econômico e usar a criatividade a favor da humanidade.

O design atualmente tem se sensiblilizado com a causa e uma demonstração disso é o Index (Design to Improve Life Award), um prêmio de design voltado para quem quer melhorar a vida das pessoas.

Os premiados mostraram em seus projetos que é possível começar, agora, a construir um novo mundo, encorajando hábitos saudáveis e ecologicamente corretos que proporcionem mais qualidade de vida para todos.

Entre os premiados estão as designers suecas Anna Haupt e Terese Alstin que desenvolveram o “Hövding”, um colar inflável para ciclistas, que se enche de ar num acidente.

Outro vencedor é o projeto de arquitetura habitacional criado pelo grupo Elemental, do Chile, para a cidade mexicana de Monterrey. Um fundo do governo construiu metade das 70 casas e espaços foram deixados pelos arquitetos para posterior complementação.

Com foco nos milhares de bebês prematuros que morrem todos os anos, os designers Linus Liang, Naganand Murty, Rahul Panicker and Jane Chen criaram  a “Embrace Infant Warmer” uma espécie de incubadora portátil que mantém a temperatura do bebê nos patamares necessários ao seu desenvolvimento saudável.

Percebe-se nesses projetos que funcionalidade  vem sempre em primeiro lugar, sem perder a estética e amparada pela responsabilidade social, ética e respeito ao meio ambiente.

Hövding

Elmental Monterrey

Embrace Infant Warmer

 

 

 

 

 

 

 

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